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Segurança na Indústria – Cortinas e Grades de Luz 22/05/2018

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A Schmersal é uma das maiores empresas no ramo de segurança da indústria, sua linha de produtos variam entre Relés de Segurança, Sensores Eletrônicos, Cortinas e Grades de Luz, Sistemas a Laser entre muitos outros produtos. A Empresa se tornou referência mundial no quesito de segurança industrial, sendo assim muito utilizada em todos os lugares do mundo.

Os sistemas de Cortinas e Grades de Luz da Schmersal são ideais para detecção de pessoas e objetos, utilizando feixes de luz infravermelha. São mais de quinze modelos, que satisfazem diferentes tipos de necessidade. Dependendo do serviço e da máquina pode ser utilizado um detector mais preciso, sendo capaz de identificar interferências menores, como um dedo, por exemplo. Outros modelos menos precisos podem detectar mãos inteiras e até membros do corpo.

Os sensores podem garantir a segurança de prensas e similares, saídas e entradas de material em máquinas com esteira transportadora, paletizadoras, instalações robotizadas, centros de usinagem, linhas de montagem, entre outras. É possível garantir a segurança em todas as ocasiões da indústria.

Os sistemas de proteção por meio de barreiras óticas de segurança da série SLB são dispositivos de segurança em atuação sem contato (AOPD), categoria tipo dois e tipo quatro conforme a norma EM 61496. Os sistemas são destinados à proteção de acesso em possíveis zonas de perigo. Asseguram a proteção das pessoas sem restringir o processo de produção. Normalmente são utilizados em centro de maquinagem automático, linhas de transferência, corredores entre estantes e sistemas de paletização entre outros.

O sistema completo consiste respectivamente de um transmissor ótico, um receptor ótico e um módulo de segurança. Os sinais do receptor serão monitorizados e analisados pelo módulo de segurança. Qualquer interferência ou interrupção de um dos feixes óticos é gerado um sinal para o desligamento seguro dos maquinários que possam vir a trazer algum dano ao trabalhador que passou pelo feixe.

Existem funções integradas ao módulo de segurança, bloqueio de arranque e rearme bem como um controle de contatores. Os sensores são de livre manutenção, correspondem ao nível de proteção IP 67 e dispõem de um controle de “sujeiras” integrado, devido ao seu tamanho reduzido é fácil integrar as barreiras ópticas em qualquer aplicação.

As cortinas e grades ópticas de segurança das séries SLC e SLG correspondem à norma EN 61496. Protegem as zonas de maior perigo em diversas aplicações, como células de robot, máquinas de moldagem, prensas, sistemas de paletização entre outros.

Sistemas optoeletrônicos de segurança ativos (AOPD), seu transmissor e o receptor ótico são alojados em invólucros separados, Um campo de raios infravermelhos é emitido de forma interrupta pelos transmissores e analisado pelo receptor. Caso uma pessoa ou objeto interrompa o campo de proteção é gerado um sinal para parar a máquina.

Seu campo de proteção é definido conforme a altura e largura do modelo. Altura do campo de proteção é a área entre o primeiro e o último raio infravermelho.  A altura do campo de proteção define o tamanho do sistema. A largura ou o raio de alcance do campo de proteção é a distância entra a unidade de recepção e a unidade de transmissão.

As cortinas e grades optoeletrônicas de segurança são facilmente ligadas através de um conector M12 e possuem uma interface de diagnóstico e de um led indicador de status. Possuem um bloqueio de arranque/rearme e controle de contator. É possível adicionar funções de Blanking, Muting e uma função de ciclos das cortinas ópticas.

Os modos de operação de um AOPD são definidos de acordo com a análise de risco de uma máquina.

Operação Automática/protegida: A operação para o estado Liga (campo de proteção não interrompido), sem a libertação de um dispositivo interruptor externo. Este modo de operação gera uma reinicialização automática da máquina quando o campo de proteção está interrompido e só deve ser selecionado em ligação com o bloqueio.

Bloqueio de Reinicialização (rearme manual): O seu bloqueio de rearme impede uma libertação automática das saídas (OSSD em estado Liga) após a sua ligação da tensão operacional ou depois de uma interrupção do campo de proteção. O sistema só converte as saídas para o estado Liga quando uma de suas unidades externas gera um sinal de liberação em seu receptor.

Bloqueio de Reinicialização com Dupla Confirmação: Aplicações com monitorização de acesso, normalmente as zonas de perigo não podem ser vista de forma abrangente/nítida, mesmo com essas dificuldades é possível que terceiros fora da zona de perigo efetuem em qualquer momento a confirmação da unidade para o bloqueio de reinicialização, mesmo com alguma pessoa ou operador dentro da zona de risco não visível. Esta situação de perigo pode ser evitada com a integração de duas unidades de comando, dentro e fora da zona de perigo, evitando por completo todo o tipo de risco em zonas não visíveis.

Operação de Ajuste: Antes de um AOPD ser colocado em funcionamento deve ser verificado o melhor alinhamento dos sensores, para que o sistema esteja com uma disponibilidade e qualidade elevada. O alinhamento é extremamente importante para o funcionamento.

Diferente da função Muting, para uma produção segura, a supressão do objeto permite a supressão de apenas uma área parcial do campo de proteção, sem a necessidade de gerar um sinal de paragem. Com isso é possível fornecer peças, posicionar um tapete transportador com uma posição fixa no campe entre outros.

A Supressão do objeto móvel integrada (Floating Blanking) das cortinas ópticas SLC44/0445 consegue desativar até dois feixes óticos de modo flexível no seu campo de proteção. Para que os feixes óticos possam ser interrompidos em uma posição que não é definida de modo normal é necessária à utilização do Muting. Objetos como cabos elétricos ou alimentação de material em alturas variáveis, ser movimentado no campo de proteção sem causar sinal de parada.

É possível selecionar diferentes funções de Blanking. Os modos são diferenciados através do seu número de feixes óticos que podem ser interrompidos por um objeto. Pode ser adicionada a restrição do objeto, se ele violar a proteção de maneira permanente ou apenas temporariamente.  A posição dos feixes interrompidos dentro do campo de proteção é permanecida de forma aleatória. Exceto o primeiro feixe infravermelho que é situado mais próximo do conector do aparelho. Todos os feixes podem ser utilizados para atender a necessidade Blanking.

Se a necessidade for transportar materiais ou objetos para fora ou para dentro da área de perigo sem a necessidade de parar a máquina, a cortina ótica de segurança precisa ser desativada por tempo limitado, de forma automática. Podem ser utilizados dois ou quatro sinais Muting, são usados para diferenciar se uma pessoa está se aproximando ou se o sistema de transporte está para entrar na zona de perigo, ou se a pessoa sair da zona de risco. As entradas Muting podem ser utilizadas em barreiras óticas, interruptores de posição ou interruptores de aproximação.

A Lógica do Muting que é integrada nas cortinas e grades óticas de segurança monitoram e controlam a sequência exata do estado de desativação. As saídas seguras não serão desligadas. Existem diversas cortinas óticas com esta função já integrada. Você pode encontrar mais informações sobre os modelos acessando o seu manual de instruções que se encontra no site do fabricante.

Operação por Ciclos

O funcionamento por meio de ciclos é um modo de operação AOPD, caso precise de um controle de processo de produção automatizada com alimentação manual e monitorização simultânea do local de risco. A cortina ótica monitora um sinal de controle de aplicação, que é capaz de sinalizar o término do movimento que é capaz de proporcionar algum dano para o operador. O sinal é utilizado para restituir o ciclo e permite uma intervenção imediata no campo de proteção. O ciclo é definido como uma interrupção seguida de saída do campo de proteção. Em uma operação de ciclo único é iniciado um novo ciclo caso o campo de proteção é interrompido uma vez.

                

Um exemplo de Muting. Caso a alimentação do material é realizada de forma automática, sem uma interrupção de seu campo de proteção, após o arranque a máquina inicializa o primeiro ciclo. O operador interrompe a zona de proteção apenas para retirar o material. Com isso o ciclo seguinte vai ser iniciado de forma automática.

Ou caso o operador carregue uma máquina com o material que venha ser processado e executa um comando de arranque. Depois de ter terminado o processamento do material, o operador retira o material pronto (primeiro ciclo) e coloca o novo material a ser processado (segundo ciclo). O próximo ciclo será iniciado automaticamente. No momento do movimento perigoso a máquina deve ser parada durante a intervenção na zona de proteção do sistema AIPD. Um novo ciclo de arranque deve ser inicializado, para que isso possa acontecer é preciso acionar o aparelho de comando para a habilitação do bloqueio de arranque.

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